“A análise realizada ao longo deste trabalho permitiu compreender que a constituição e a atuação da Federação dos Empregados Rurais Assalariados do Estado de São Paulo (FERAESP) não podem ser dissociadas da longa e contraditória história da organização sindical no campo brasileiro. Ao retomar esse percurso, torna-se evidente que a emergência da FERAESP representa uma forma de resistência política autônoma na organização dos trabalhadores assalariados, pois rompe com um modelo sindical historicamente marcado pela tutela estatal, pela conciliação com os interesses patronais e pela diluição das especificidades dos trabalhadores rurais assalariados em estruturas sindicais heterogêneas”
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